Estropos / Eslingas / Laço de cabo de aço
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF2
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF3
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF4
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF5
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF6
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CFT
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CFG1
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CFG2
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF9
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF10
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF11
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF12
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF13
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF14
ESTROPO / ESLINGA / LAÇO TIPO CF15
Os laços de cabo de aço (também chamados de estropo de cabo de aço ou de eslingas) são formados por um cabo de aço de uma
determinada metragem que em suas extremidades possue um "laço" ou "olhal". Este
laço é utilizado para poder prender o cabo em diversas aplicações para
se movimentar cargas. Este olhal pode ou não conter uma sapatilha que protegerá o cabo de aço contra desgastes ao içar o mesmo utilizando um gancho. Trançados manualmente (mão francesa) e posteriormente
prensados com uma presilha de aço, garantem maior resistência à
ruptura. Nós da CableMAX possuímos certificação NBR ISO 9001:2000 para
produzir e prensar laços com cabos de aço de 1/4" até 2" de diâmetro. Estes laços de cabo de aço podem ser fabricados a partir dos cabos de
aço polidos, galvanizados ou inoxidáveis. Não é comum a fabricação de
laços de cabos de aço utilizando cabos de aço revestidos.
Seguimos a padronização da CIMAF, da NBR 11900 e da NBR 13541,
que são consideradas as normas internacionais mais seguras para
confecção de laços de cabos de aço. O olhal "trançado flamengo" ou com "mão francesa", é considerado o mais seguro, pois parte de sua resistência é dado pelo trançado e não depende exclusivamente da presilha. Mesmo antes de ser colocado a presilha de aço, o olhal já é capaz de suportar uma carga superior à carga de trabalho do laço.
Tipos de olhais
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Olhal tipo 1 - Trançado flamengo prensado com presilha de aço. Este é o tipo de olhal mais seguro e indicado pela BBA, pois parte da resistência do olhal é dado pelo trançamento e não apenas pela presilha pensada. |
Olhal tipo 2 - Trançado flamengo prensado com presilha de alumínio. Este olhal apresenta as mesmas características do olhal tipo 1, porém com as seguintes restrições: • Altas temperaturas;• Em contato com águas salgadas; • Em contato com superfícies abrasivas |
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Existem vários tipos de laços de cabos de aço fabricados pela CableMAX, sendo cada qual produzido para realizar uma função específica e podendo conter acessórios que completarão sua fabricação.
A CableMAX atualmente está produzindo os laços de cabo de aço dos tipos: CF, CF2, CF3, CF4, CF5, CF6, CFT, CFG1, CFG2, CF9, CF10, CF11, CF12, CF13, CF14 e CF15. Para outros modelos, ou para seu projeto específico, entre em contato.
Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF - (antigo SJ)
O laço de cabo de aço tipo CF é um laço de aplicação geral. Trançado manualmente e com presilhas prensadas. É equipado com um olhal normal, podendo também ser fornecido com sapatilhas ou slips. É muito utilizado em siderúrgicas, estaleiros, montagens, usinas de açúcar, entre outros. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. A tolerância nas dimensões B e C devem ser de +- 10%. Consulte para outras construções de laço CF.


Tabela laço CF com CABO DE AÇO 6X37 + AACI - MÍN. 180 kgf/mm^2
Tabela laço CF com CABO DE AÇO 6X19 + AF - MÍN. 200 kgf/mm^2
Tabela laço CF com CABO DE AÇO 6X37 + AF - MÍN. 180 kgf/mm^2
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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF2 - (antigo SJ2)
Laços tipo CF2 com ou sem sapatilha protetor nos olhais. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para outras construções de laço CF2.

Tabela laço CF2 com CABO DE AÇO 6X19 + AF - MÍN. 200 kgf/mm^2

Tabela laço CF2 com CABO DE AÇO 6X37 + AF - MÍN. 180 kgf/mm^2

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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF3 (Forca) - (antigo SJ3)
O laço de cabo de aço tipo CF3 é equipado com gancho corrediço e é indicado para movimentação de peças complexas e sem suporte de apoio, como: tubos, vigas, peças fundidas, rodas e engrenagens de grande porte, feixes, barras, moldes, toras e todos os tipos de cargas que requerem a laçada tipo forca (choker). O gancho corrediço é de alta resistência, com um canal cilindrico projetado para evitar desgastes prematuros no cabo de aço. Permite operação rápida, eficiente e segura. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para outras construções de laço CF3.


Tabela laço CF3 com CABO DE AÇO 6X19 + AF - MÍN. 200 kgf/mm^2

Tabela laço CF3 com CABO DE AÇO 6X37 + AF - MÍN. 180 kgf/mm^2

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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF4 (Forca) - (antigo SJ4)
O laço de cabo de aço tipo CF4 é um laço de duas pernas. Cada perna possui um gancho corrediço e os olhais fixos à um anel. Este tipo de laço evita a rotação da carga e é muito conveniente para movimentação de canos, barras, tubos, vergalhões, toras de madeira, tanques, moldes e outros tipos de carga que necessitam ser transportadas a grandes distâncias. Abaixo segue tabela de simples referência para laços CF4. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para outras construções de laço CF4.


Tabela laço CF4 com CABO DE AÇO 6X19 + AF - MÍN. 200 kgf/mm^2

Tabela laço CF4 com CABO DE AÇO 6X37 + AF - MÍN. 180 kgf/mm^2

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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF5 - (antigos SJ5 e SJ5-M)
O laço de cabo de aço tipo CF5 é um conjunto de dois laços presos à um anel . Simples, com ganchos ou manilhas nas extremidades. Eficiente para muitas aplicações como: levantamento de máquinas, moldes, motores, estruturas, etc. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para outras construções de laço CF5.



Tabela laço CF5 com CABO DE AÇO 6X19 + AF - MÍN. 200 kgf/mm^2

Tabela laço CF5 com CABO DE AÇO 6X37 + AF - MÍN. 180 kgf/mm^2

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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF6 - (antigos SJ6 e SJ6-M)
O laço de cabo de aço tipo CF6 é um conjunto de quatro laços presos à um anel pera e gancho olhal ou manilhas nas extremidades. Indicado para movimentação de cargas pesadas e volumosas como: caldeiras, moldes de fundição, estruturas e cargas similares. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para outras construções de laço CF6.



Tabela laço CF6 com CABO DE AÇO 6X19 + AF - MÍN. 200 kgf/mm^2

Tabela laço CF6 com CABO DE AÇO 6X37 + AF - MÍN. 180 kgf/mm^2

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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CFT - (antigo SJT)
O laço de cabo de aço tipo CFT é um laço de cabo de aço trançado manualmente e sem presilhas prensadas. Geralmente são fornecidos com cabos de aço de diâmetro a partir de 1.5/8". Indicados principalmente para o levantamento de cargas de grande peso e porte, tais como: fornos, turbinas, transformadores, etc. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CFT.
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Laço de cabo de aço CFG1 - (antigo SJ14)

Laços sem fim montados manualmente com diâmetro do cabo uniforme em toda sua circunferência. O laço de cabo de aço tipo CFG1 é um laço de cabo de aço com diâmetro uniforme em toda extensão. Ideal para trabalhar em polias, equipamentos transportadores, etc. Os laços CFG1 (Grommet) estão limitados a um comprimento de circunferência que varia de acordo com o diâmetro do cabo. Acima desse comprimento de circunferência os laços devem ser do tipo Emenda Curta. O comprimento mínimo do Grommet deve ser de 100 vezes o diâmetro do cabo de aço. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CFG1.
Tabela laço CFG1 com CABO DE AÇO IPS

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Laço de cabo de aço CFG2 (emenda curta) - (antigo SJ15)

O laço de cabo de aço tipo CFG2 é um laço sem fim de cabo de aço com emenda curta (com aumento do diâmetro do cabo, no local da emenda, de no máximo 2 vezes). Sua alta resistência permite segura movimentação de cargas pesadas e volumosas. O comprimento minimo de um laço com emenda curta deve ser de 240 vezes o diâmetro do cabo de aço. Consulte para mais informações sobre os laços CFG2.
Tabela laço CFG2 com CABO DE AÇO IPS

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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF9 - (antigo SJ8)
O laço de cabo de aço tipo CF9 é um versátil laço de cabo de aço com gancho e sapatilha acoplado nem uma das extremidades e na outra um olhal normal. Sua aplicação é geral para sentidos verticais e horizontais. Eficientes para uso em diversos tipos de tração ou elevação de cargas. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CF9.
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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF10 - (antigo SJ8-S)
O laço de cabo de aço tipo CF10 é um laço com um sapatilha em ambos os olhais, sendo um deles equipado com um gancho forjado. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CF10.
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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF11 - (antigo SJ10)
O laço de cabo de aço tipo CF11 é um laço com sapatilha protetora em ambas as extremidades, sendo uma delas equipada com manilha forjada. Fácil manejo para engate em partes fixas, remoção e colocação rápida com máxima segurança. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CF11.
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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF12
O laço de cabo de aço tipo CF12 é um laço para uso geral, ideais quando não se conhece o comprimento a ser utilizado, pois os mesmos podem ser montados no local de trabalho. Os laços deste tipo apresentam, em média, eficiência de somente 80% em relação a carga de um laço CF. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CF12.
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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF13 - (antigo SJ11)
O laço de cabo de aço tipo CF13 é um laço com soquete chumbadores abertos, destinados a movimentação dos mais variados tipos de cargas ou para fixação dos cabos. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CF13.
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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF14 - (antigo SJ12)
O laço de cabo de aço tipo CF14 é um laço com soquetes chumbadores fechados, destinados a movimentação dos mais variados tipos de cargas ou para fixação dos cabos. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CF14.
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Estropo / Eslinga / Laço de cabo de aço CF15 - (antigo SJ13)
O laço de cabo de aço tipo CF15 é um laço com soquetes chumbadores fechados em uma extremidade e abertos na outra, destinados a movimentação dos mais variados tipos de cargas ou para fixação dos cabos. O fator de segurança 5:1 já é aplicado na produção deste tipo de laço. Consulte para mais informações sobre os laços CF15.
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Inspeção e criterios de substituição de um laço de cabo de aço
As recomendações abaixo têm como referência a norma NBR 13543 - Dez 1995.
Inspeção de recebimento
Deve assegurar que o material esteja conforme solicitado e possua certificado da qualidade emitido pelo fabricante. Além desta inspeção os laços, quando em serviço, devem ser inspecionados freqüentemente pelo operador do equipamento e periodicamente por uma pessoa qualificada.
Inspeção visual
Os laços devem ser inspecionados visualmente quanto a defeitos ou deteriorações, antes de cada série de movimentação. Devem também sofrer uma inspeção completa de rotina por pessoa qualificada.
Havendo dúvidas quanto às condições de segurança do material, o mesmo deve ser retirado de serviço e submetido à inspeção completa.
Durante a inspeção deve-se verificar a existência de:
• arames rompidos;
• distorção do cabo;
• danos no trancamento, nas presilhas ou acessórios;
• desgaste excessivo;
• danos por calor;
• corrosão.
Inspeção completa
Deve ser feita a intervalos não excedendo seis meses. Este intervalo deve ser reduzido quando necessário, em função das condições de serviço.
Critérios de descarte: Arames rompidos
Os arames rompidos podem causar ferimentos ao usuário, como também reduzir a capacidade de carga do laço. Normalmente surgem por danos mecânicos, embora possam surgir por corrosão. Quando distribuídos uniformemente, podem não ter efeitos marcantes na capacidade de carga do laço, mas podem indicar a existência de corrosão ou danos mecânicos. A perda de capacidade de carga causada por corrosão ou danos mecânicos, geralmente é mais crítica que a perda de capacidade de carga resultante de arames rompidos. Para evitar ferimentos nos usuários, os arames expostos devem ser retirados do laço, quebrando-os na base.
Critérios de descarte: Rupturas distribuídas aleatoriamente
Após a inspeção completa, recomenda-se substituir o laço em serviço quando forem detectados:
a) dez arames rompidos, distribuídos aleatoriamente em qualquer comprimento de seis vezes o diâmetro do cabo;
b) cinco arames rompidos em uma mesma perna em qualquer comprimento de seis vezes o diâmetro do cabo;
c) mais de um arame rompido no interior do cabo, em qualquer comprimento de seis vezes o diâmetro do cabo.
Critérios de descarte: Rupturas localizadas
Os laços devem ser descartados quando:
a) houver três ou mais arames rompidos agrupados proximamente;
b) houver arames rompidos na base da presilha ultrapassando o estabelecido a seguir:
• construção 6x25 Filler - 1 arame
• construção 6x41 Warrington-Seale - 2 arames
Critérios de descarte: Redução no diâmetro do cabo
O laço deve ser substituído quando ocorrer uma redução igual ou maior que 10% no valor de seu diâmetro nominal.
Critérios de descarte: Corrosão
A corrosão pode ocorrer quando o laço for armazenados inadequadamente ou usado em condições especialmente corrosivas, como na movimentação de cargas dentro e fora de banhos ácidos e alcalinos. O efeito da corrosão é identificado facilmente com a perda da flexibilidade e o aumento da rugosidade. Embora uma leve corrosão superficial não afete a capacidade de carga do laço, ela pode ser uma indicação de corrosão interna de efeitos imprevisíveis.
Critérios de descarte: Deformação do cabo
O laço deve ser descartado quando ocorrer dobra, amassamento e colapso da alma. Entretanto, em certas circunstâncias, deformações permanentes podem ocorrer sem necessariamente afetar a resistência do laço. Esta análise deverá ser feita por uma pessoa qualificada. No caso de dúvidas quanto à aceitação da deformação, contate nosso departamento técnico.
Critérios de descarte: Danos por calor
Quando exposto à temperatura excessiva durante muito tempo, o laço pode ter a sua capacidade de carga significativamente reduzida. Evidências de sobreaquecimento podem ser a descoloração dos arames perda de
lubrificação ou vestígio de arco elétrico. Quando estas condições forem identificadas, o laço deve ser retirado de serviço e submetido à inspeção completa.
Critérios de descarte: Acessórios, presilhas e trançados
Na inspeção dos acessórios, presilhas e trançados, deve-se observar o seguinte:
a) evidências de abertura, distorção ou trincas do gancho;
b) distorção e desgaste do anel de carga ou fechamento das sapatilhas;
c) trincas na presilha;
d) abrasão ou amassamento severo da presilha ou do trançado;
e) presilha ou trançado se soltando;
f) rompimento da base do olhal devido ao uso de pino de diâmetro excessivo ou certos tipos de sapatilha;
g) arames partidos na superfície externa do olhal, causados, por exemplo, pelo uso de pino de pequeno diâmetro e olhal sem sapatilha;
h) efeito de fricção na superfície de contato do olhal sem sapatilha.
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Movimentação de carga com laço de cabo de aço
Fixação do laço
O olhal ou acessório do laço deve estar devidamente acomodado no gancho, nunca na sua extremidade e deve estar livre para se inclinar em qualquer direção, devendo estar livre de torções e nós.
O conjunto de laço é sujeito a variações de esforços que aumentam quando ocorre a variação do ângulo entre as pernas. Esta variação pode chegar a 60º com a vertical. Deve ser assegurado que a carga a ser movimentada seja capaz de resistir ao esforço aplicado com segurança.
O lugar onde a carga será posicionada deve ser preparado. Deve-se assegurar que o piso tenha resistência para absorver o peso, levando em consideração partes que podem ser danificadas. Pode ser necessário providenciar um apoio de madeira ou material similar para evitar que o laço seja prensado entre o piso e a carga ou para dar estabilidade na carga quando a mesma for posicionada.
Antes do levantamento da carga
Planeje a movimentação antes de seu início. Faça uma inspeção no material para detectar se no mesmo existe alguma anormalidade, como: deformações, fios rompidos, distorção, cortes, desgastes, etc...
É necessário assegurar que a carga seja adequada para levantamento com o laço. Quando o laço for fixado à carga, os pontos utilizados para fixação (por exemplo, olhais) devem ser adequados para o levantamento da carga.
A massa da carga a ser levantada deve ser verificada. É essencial que a massa da carga seja conhecida. Se a carga não possuir a identificação de sua massa, a mesma deve ser obtida através de manuais, desenhos, etc. Se esta informação não estiver disponível, a massa da carga deve ser avaliada.
Após a escolha do método de levantamento, deve-se escolher o material de levantamento mais adequado, compatível com a carga, ambiente e condições de movimentação.
A pessoa responsável pelo levantamento deve assegurar que o laço esteja em boas condições. O laço deve ser descartado caso apresente danos, deterioração ou com alguma deformação que possa comprometer a segurança do içamento.
A pessoa responsável pelo levantamento deve assegurar-se que a carga fique balanceada quando levantada. Os laços devem ser fixados nos pontos projetados para o levantamento da carga. Se estes pontos não estiverem marcados na carga deve-se utilizar a posição do centro de gravidade. O tipo de laço e o método de levantamento utilizado
deve assegurar que a carga não escorregue.
Assegure-se que a carga a ser levantada não contenha elementos soltos. O laço não deve ser fixado no elemento de amarração da carga, exceto quando o elemento for projetado para este fim.
Deve-se assegurar que a carga esteja livre para se movimentar sem qualquer tipo de obstrução. Levantar a carga em alguns centímetros e verificar se a carga está firme e na posição adequada. Se durante o içamento a carga inclinar, a mesma deve ser abaixada e reposicionada. Isto pode ser feito por reposicionamento dos pontos de fixação ou por
uso de encurtadores ou esticadores em uma ou mais pernas, que deverão ser usados de acordo com as instruções do fabricante do acessório.
Durante a movimentação da carga
Acelerações e desacelerações fortes devem ser evitadas, pois, provocam o aumento de tensão nas pernas do laço devido às forças dinâmicas que são adicionadas nestas condições.
Em algumas situações, é remendado o uso de um cabo de controle para prevenir balanços perigosos ou rotação da carga durante a movimentação e posicionamento.
Cuidado
As mãos e outras partes do corpo devem ser mantidas afastadas do laço para prevenir contusões, como por exemplo, a parte superior do laço quando a carga estiver pronta para o levantamento. Lembre-se ao manusear o laço, sempre use luvas.
O operador nunca deve abandonar a sua posição junto aos controles quando uma carga estiver suspensa em qualquer área onde haja acesso a pessoas. Deve-se assegurar também, que todas as pessoas envolvidas na operação possam se ver e se comunicar. Todo pessoal deve estar afastado da carga; caso contrário, cuidados especiais devem ser tomados quando se der início ao levantamento e ao controle da carga.
Nunca deixar a carga suspensa desassistida ou movimentar a carga com pessoas sobre a mesma. No uso do conjunto de laços, quando alguma perna não for utilizada a mesma deve ser fixada no anelão.
A carga deve ser presa pelo laço de tal maneira que não tombe ou caia durante o levantamento. O ponto de fixação deve ficar diretamente acima do centro de gravidade de tal forma que a carga seja levantada ou abaixada uniformemente.
Cuidados com o laço
O laço ou partes do mesmo não devem ficar presos sob a carga ou serem arrastados pelo chão. Quando não estiverem em uso, os laço devem ser mantidos em local: limpo, seco, bem ventilado, à temperatura ambiente e mantidos em suportes adequados ou prateleiras.
Não devem ser deixados no chão, onde podem ser danificados. Os laços que deixarem de ser usados durante algum tempo devem ser limpos, secos e protegidos contra a corrosão.
Ao serem descartados, os laços devem ser cortados na base do olhal, pois no momento de necessidade, poderão ser reutilizados, podendo causar acidentes.
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Informações sobre os cabos de aço que podem ser utilizados para fabricação de estropos
| BITOLA | TABELA DE PESO | TABELA IPS | TABELA EIPS | ||||||||||
| DIÂMETROS | PESO EM Kg POR METRO LINEAR | CARGAS DE RUPTURAS - RESISTÊNCIA 1770 N/mm² (IPS) em Kgf |
CARGAS DE RUPTURAS - RESISTÊNCIA 1960 N/mm² (EIPS) em Kgf |
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| Polegadas | Milímetros | 6x7 | 6x19/6x25 e 6x36/6x41 | 6x7 | 6x19/6x25 e 6x36/6x41 | 6x7 | 6x19/6x25 e 6x36/6x41 | ||||||
| Pol. | mm | AF / AFA | AA / AACI | AF / AFA | AA / AACI | AF / AFA | AA / AACI | AF / AFA | AA / AACI | AF / AFA | AA / AACI | AF / AFA | AA / AACI |
| 1/16" | 1,59 | 0,012 | 0,013 | 151 | 163 | 167 | 181 | ||||||
| 5/64" | 1,99 | 0,014 | 0,015 | 236 | 255 | 261 | 283 | ||||||
| 3/32" |
2,38 | 0,019 | 0,021 | 340 | 367 | 376 | 407 | ||||||
| 1/8" | 3,18 | 0,034 | 0,037 | 604 | 653 | 669 | 723 | ||||||
| 5/32" | 3,97 | 0,054 | 0,061 | 944 | 1.021 | 1.045 | 1.130 | ||||||
| 3/16" | 4,76 | 0,078 | 0,086 | 0,088 | 0,097 | 1.359 | 1.469 | 1.351 | 1.457 | 1.505 | 1.627 | 1.496 | 1.613 |
| 1/4" | 6,35 | 0,140 | 0,154 | 0,156 | 0,172 | 2.416 | 2.613 | 2.402 | 2.591 | 2.676 | 2.893 | 2.659 | 2.869 |
| 5/16" | 7,94 | 0,221 | 0,244 | 0,244 | 0,268 | 3.778 | 4.085 | 3.755 | 4.051 | 4.183 | 4.523 | 4.158 | 4.486 |
| 3/8" | 9,53 | 0,310 | 0,341 | 0,350 | 0,390 | 5.442 | 5.885 | 5.409 | 5.836 | 6.026 | 6.517 | 5.990 | 6.462 |
| 7/16" | 11,10 | 0,430 | 0,473 | 0,480 | 0,520 | 7.383 | 7.983 | 7.339 | 7.917 | 8.176 | 8.840 | 8.126 | 8.767 |
| 1/2" | 12,70 | 0,570 | 0,627 | 0,630 | 0,680 | 9.665 | 10.451 | 9.607 | 10.364 | 10.702 | 11.573 | 10.638 | 11.476 |
| 9/16" | 14,30 | 0,710 | 0,781 | 0,790 | 0,880 | 12.254 | 13.250 | 12.180 | 13.139 | 13.569 | 14.672 | 13.487 | 14.550 |
| 5/8" | 15,90 | 0,880 | 0,968 | 0,980 | 1,070 | 15.149 | 16.381 | 15.058 | 16.244 | 16.775 | 18.139 | 16.674 | 17.988 |
| 3/4" | 19,10 | 1,250 | 1,380 | 1,410 | 1,550 | 21.860 | 23.638 | 21.729 | 23.441 | 24.207 | 26.176 | 24.061 | 25.957 |
| 7/8" | 22,20 | 1,710 | 1,880 | 1,920 | 2,110 | 29.532 | 31.934 | 29.354 | 31.667 | 32.702 | 35.362 | 32.505 | 35.066 |
| 1" | 25,40 | 2,230 | 2,450 | 2,500 | 2,750 | 38.660 | 41.804 | 38.427 | 41.454 | 42.810 | 46.291 | 42.552 | 45.904 |
| 1.1/8" | 28,60 | 3,170 | 3,480 | 48.719 | 52.557 | 53.949 | 58.199 | ||||||
| 1.1/4" | 31,80 | 3,910 | 4,300 | 60.231 | 64.977 | 66.697 | 71.951 | ||||||
| 1.3/8" | 34,90 | 4,730 | 5,210 | 72.547 | 78.262 | 80.334 | 86.664 | ||||||
| 1.1/2" | 38,00 | 5,630 | 6,190 | 86.007 | 92.783 | 95.239 | 102.743 | ||||||
| 1.5/8" | 41,30 | ||||||||||||
| 1.3/4" | 44,50 | ||||||||||||
| 1.7/8" | 47,60 | ||||||||||||
| 2" | 50,80 | ||||||||||||
| 2.1/8" | 54,00 | ||||||||||||
| 2.1/4" | 57,20 | ||||||||||||
| Fonte: NBR ISO 2408:2008 / ABNT NBR 6327 |
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AF: alma de fibra | AFA: alma de fibra artificial | AA: alma aço | AACI: alma aço de cabo idependente | Composições: Filler, Seale, Warrington
Torções: TRD: torção regular à direita | TRE: torção regular à esquerda | TLD: torção lang à direita | TLE: torção lang à esquerda | NROT: não rotativo | Mais em: tabela de cabos de aço





